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23/05/2016

Por que não um espumante no inverno?

A cada ano o consumo de espumantes no Brasil e no mundo vem crescendo com regularidade, isto é muito positivo e nos enche de orgulho, principalmente, porque este estilo de vinho é o grande destaque do Brasil.

Apesar desde contínuo crescimento muitos ainda vêm o espumante como uma bebida ligada as festas, celebrações e aos dias mais quentes. Por preconceito ou desconhecimento acabam por não entender que esta bebida não precisa de dias mais quentes, muito menos de alguma celebração especial para ser apreciada.

Neste artigo vamos demonstrar como os espumantes combinam com o inverno. O exemplo, aqui, fica com o espumante rose.

O nosso rose é um exemplo de combinação clássica utilizada na região de Champagne, França. Chardonnay e Pinot Noir. No caso a Pinot Noir vinificada em branco, isto é, com pouco contato das cascas com o suco (mosto) a ser vinificado. Um perfeito casamento entra as uvas tinta e branca.

Nesta combinação a Chardonnay traz ao espumante todo a sua jovialidade e frescor que vem da sua imprescindível acidez. Nos aromas a característica marcante dos bons vinhos com esta uva, aromas firmes de frutas de polpa branca, como maçã verde e pera. A Pinot Noir com sua carga de taninos colabora com o “peso” e estrutura necessários para dar força e vigor a este espumante, aromas mais frutados, algo como morangos e cerejas. O pouco contato das cascas com o mosto nos traz a cor característica dos roses provençais, a famosa casca de cebola ou toques alaranjados de salmão.

Dias mais frios pedem espumantes com aromas mais frutados, mais volume na boca e estrutura típicas dos taninos, como é o nosso espumante rose, justamente para enfrentar pratos mais estruturados, com carnes e molhos mais pesados. Os taninos presentes neste espumante permitem que o sirvamos a uma temperatura mais elevada sem que venhamos a perder elegância, leveza e qualidade combinando perfeitamente com uma lareira, por exemplo.

Este espumante sempre nos aquece sem perder a leveza e charme, mesmo nos dias mais frios.

Vários exemplos de combinações gastronômicas podem ser pensadas.

Este espumante rose pelas características de estrutura, acidez e aromas frutados formam um par perfeito com culinária oriental, em especial a cozinha japonesa e sua delicada obra de arte que são, por exemplo, os sashimi e sushi.

A culinária japonesa de maior sucesso no Brasil, certamente, são as delicadas combinações  estampadas nos sashimi, finas fatias de peixe ou frutos do mar crus e sushi, bolinhos de arroz enrolados em algas ou peixes crus. Sempre com molhos agridoces. Peixes nem sempre leves e magros como salmão com molhos agridoces é que pedem desesperadamente um espumante rose.

Outra combinação para o nosso espumante pode ser um prato baseado em atum. Há várias opções, desde o atum cru como vimos até o atum grelhado com molhos mais encorpados, de qualquer sorte é um peixe mais gorduroso que casa muito bem com a leve carga de taninos do espumante rose.

Pensar em sopas e cremes para aquecer, tem algo melhor que chegar em casa depois de um dia de trabalho, preparar uma rápida sopa ou creme e degustar com um rose Adolfo Lona?  Cremes de cebola ou de ervilha com bacon, por exemplo, são fáceis de preparar enquanto colocamos para gelar nosso espumante. Depois é só relaxar e aproveitar.

Importante é pensar que os espumantes foram feitos para serem apreciados todos os dias do ano, não importando a estação.

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